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	<title>Tamba Tajá</title>
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		<title>Noel Rosa</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 20:42:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tamba Tajá Cultural]]></category>

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		<description><![CDATA[Noel de Medeiros Rosa (Rio de Janeiro, 11 de dezembro de 1910 — Rio de Janeiro, 4 de maio de 1937) foi um sambista, cantor, compositor, bandolinista, violonista brasileiro e um dos maiores e mais importantes artistas da música no Brasil. Teve contribuição fundamental na legitimação do samba de morro e no &#8220;asfalto&#8221;, ou seja,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Noel de Medeiros Rosa (Rio de Janeiro, 11 de dezembro de 1910 — Rio de Janeiro, 4 de maio de 1937) foi um sambista, cantor, compositor, bandolinista, violonista brasileiro e um dos maiores e mais importantes artistas da música no Brasil. Teve contribuição fundamental na legitimação do samba de morro e no &#8220;asfalto&#8221;, ou seja, entre a classe média e o rádio,<span id="more-48"></span> principal meio de comunicação em sua época &#8211; fato de grande importância, não só o samba, mas a história da música popular brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">Noel Rosa nasceu de um parto muito difícil, que incluiu o uso de fórceps pelo médico obstetra, como medida para salvar as vidas da mãe e bebê. Além disso, nasceu com hipoplasia (desenvolvimento limitado) da mandíbula (provável Sindrome de Pierre-Robin) o que lhe marcou as feições por toda a vida e destacou sua fisionomia bastante particular.</p>
<p style="text-align: justify;">Criado no bairro carioca de Vila Isabel, primeiro filho do comerciante Manuel Garcia de Medeiros Rosa e da professora Martha de Medeiros Rosa, Noel era de família de classe média, tendo estudado no tradicional Colégio São Bento.</p>
<p style="text-align: justify;">Adolescente, aprendeu a tocar bandolim de ouvido e tomou gosto pela música — e pela atenção que ela lhe proporcionava. Logo, passou ao violão e cedo tornou-se figura conhecida da boemia carioca. Entrou para a Faculdade de Medicina, mas logo o projeto de estudar mostrou-se pouco atraente diante da vida de artista, em meio ao samba e noitadas regadas à cerveja. Noel foi integrante de vários grupos musicais, entre eles o Bando de Tangarás, ao lado de João de Barro (o Braguinha), Almirante, Alvinho e Henrique Brito.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1929, Noel arriscou as suas primeiras composições, Minha Viola e Festa no Céu, ambas gravadas por ele mesmo. Mas foi em 1930 que o sucesso chegou, com o lançamento de Com que roupa?, um samba bem-humorado que sobreviveu décadas e hoje é um clássico do cancioneiro brasileiro. Essa música ele se inspirou quando ia sair com os amigos, a mãe não deixou e escondeu suas roupas, ele, com pressa perguntou: &#8220;Com que roupa eu vou?&#8221; Noel revelou-se um talentoso cronista do cotidiano, com uma seqüência de canções que primam pelo humor e pela veia crítica. Orestes Barbosa, exímio poeta da canção, seu parceiro em Positivismo, o considerava o &#8220;rei das letras&#8221;. Noel também foi protagonista de uma curiosa polêmica (Noel Rosa X Wilson Batista) travada através de canções com seu rival Wilson Batista. Os dois compositores atacaram-se mutuamente em sambas agressivos e bem-humorados, que renderam bons frutos para a música brasileira, incluindo clássicos de Noel como Feitiço da Vila e Palpite Infeliz. Entre os intérpretes que passaram a cantar seus sambas, destacam-se Mário Reis, Francisco Alves e Aracy de Almeida.</p>
<p style="text-align: justify;">Noel teve ao mesmo tempo várias namoradas e foi amante de muitas mulheres casadas. Casou-se em 1934 com uma moça da alta sociedade, Lindaura, mas era apaixonado mesmo por Ceci(Juraci Correia de Araújo), a prostituta do cabaré, sua amante de longa data. Era tão apaixonado por ela, que ele escreveu e fez sucesso com a música &#8220;Dama do Cabaré&#8221;, inspirada em Ceci, que mesmo na vida fácil, era uma dama ao se vestir e ao se comportar com os homens, e o deixou totalmente enlouquecido pela sua beleza. Foram anos de caso com ela, eles se encontravam no cabaré a noite e passeavam juntos, bebiam, fumavam, andavam principalmente pelo bairro carioca da Lapa, onde se localizava o cabaré. Ele dava-lhe presentes, jóias, perfumes e ela o compensava com noites inesquecíveis de amor.</p>
<p style="text-align: justify;">Noel passou os anos seguintes travando uma batalha contra a tuberculose. A vida boêmia, porém, nunca deixou de ser um atrativo irresistível para o artista, que entre viagens para cidades mais altas em função do clima mais puro, sempre voltava para o samba, à bebida e o cigarro, nas noites cariocas, cercado de muitas mulheres, a maioria, suas amantes. Mudou-se com a esposa para Belo Horizonte, lá, Lindaura engravidou, mas sofreu um aborto, e não pôde mais ter filhos, por isso Noel não foi pai. Da capital mineira, escreveu ao seu médico, Dr. Graça Melo: “Já apresento melhoras/Pois levanto muito cedo/E deitar às nove horas/Para mim é um brinquedo/A injeção me tortura/E muito medo me mete/Mas minha temperatura/Não passa de trinta e sete/Creio que fiz muito mal/Em desprezar o cigarro/Pois não há material/Para o exame de escarro&#8221;. Trabalhou na Rádio Mineira e entrou em contato com compositores amigos da noite, como Rômulo Pais, recaindo sempre na boêmia. De volta ao Rio, jurou estar curado, mas faleceu em sua casa no bairro de Vila Isabel no ano de 1937, aos 26 anos, em consequência da doença que o perseguia desde sempre. Deixou sua esposa viúva e desesperada. Lindaura, sua mulher, e Dona Martha, sua mãe, cuidaram de Noel até o fim.</p>
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		<title>Vídeo: Tamba Tajá na Serraria Souza Pinto</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 18:31:22 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Novidades da Banda]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Acesse nosso vídeo do show na Serraria Souza Pinto, em Belo Horizonte. Música: Sem Compromisso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acesse nosso vídeo do show na Serraria Souza Pinto, em Belo Horizonte. Música: Sem Compromisso.<span id="more-58"></span></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/AuMGJj54P1E?rel=0" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
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		<title>Cartola</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 17:25:02 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Tamba Tajá Cultural]]></category>

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		<description><![CDATA[Angenor de Oliveira, mais conhecido como Cartola, (Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1908 — Rio de Janeiro, 30 de novembro de 1980) foi um cantor, compositor e violonista brasileiro. Considerado por diversos músicos e críticos como o maior sambista da história da música brasileira, Cartola nasceu no bairro do Catete, mas passou a]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Angenor de Oliveira, mais conhecido como Cartola, (Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1908 — Rio de Janeiro, 30 de novembro de 1980) foi um cantor, compositor e violonista brasileiro.<span id="more-51"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Considerado por diversos músicos e críticos como o maior sambista da história da música brasileira, Cartola nasceu no bairro do Catete, mas passou a infância no bairro de Laranjeiras. Tomou gosto pela música e pelo samba ainda moleque e aprendeu com o pai a tocar cavaquinho e violão. Dificuldades financeiras obrigaram a família numerosa a se mudar para o morro da Mangueira, onde então começava a despontar uma incipiente favela.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Mangueira, logo conheceu e fez amizade com Carlos Cachaça &#8211; seis anos mais velho &#8211; e outros bambas, e se iniciaria no mundo da boemia, da malandragem e do samba.</p>
<p style="text-align: justify;">Com 15 anos, após a morte de sua mãe, abandonou os estudos &#8211; tendo terminado apenas o primário.  Arranjou emprego de servente de obra, e passou a usar um chapéu-coco para se proteger do cimento que caía de cima. Por usar esse chapéu, ganhou dos colegas de trabalho o apelido &#8220;Cartola&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Junto com um grupo amigos sambistas do morro, Cartola criou o Bloco dos Arengueiros, cujo núcleo em 1928 fundou a Estação Primeira de Mangueira. Ele compôs também o primeiro samba para a escola de samba, &#8220;Chega de Demanda&#8221;. Os sambas de Cartola se popularizaram na década de 1930, em vozes ilustres como Araci de Almeida, Carmen Miranda, Francisco Alves, Mário Reis e Silvio Caldas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas no início da década seguinte, Cartola desapareceu do cenário musical carioca e chegou a ser dado como morto. Pouco se sabe sobre aquele período, além do sambista ter brigado com amigos da Mangueira, contraído uma grave doença  - especula-se que seja meningite &#8211; ter ficado abatido com a morte de Deolinda, a mulher com quem vivia.</p>
<p style="text-align: justify;">Cartola só foi reencontrado em 1956 pelo jornalista Sérgio Porto (mais conhecido como Stanislaw Ponte Preta), trabalhando como lavador de carros em Ipanema. Graças a Porto, Cartola voltou a cantar, levando-o a programas de rádio e fazendo-o compor novos sambas para serem gravados. A partir daí, o compositor é redescoberto por uma nova safra de intérpretes.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1964, o sambista e sua nova esposa, Dona Zica, abriram um restaurante na rua da Carioca, o Zicartola, que promovia encontros de samba e boa comida, reunindo a juventude da zona sul carioca e os sambistas do morro. O Zicartola fechou as portas algum tempo depois, e o compositor continuou com seu emprego público e compondo seus sambas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1974, aos 66 anos, Cartola gravou o primeiro de seus quatro discos-solo, e sua carreira tomou impulso de novo com clássicos instantâneos como &#8220;As Rosas Não Falam&#8221;, &#8220;O Mundo é um Moinho&#8221;, &#8220;Acontece&#8221;, &#8220;O Sol Nascerá&#8221; (com Elton Medeiros), &#8220;Quem Me Vê Sorrindo&#8221; (com Carlos Cachaça), &#8220;Cordas de Aço&#8221;, &#8220;Alvorada&#8221; e &#8220;Alegria&#8221;. No final da década de 1970, mudou-se da Mangueira para uma casa em Jacarepaguá, onde morou até a morte, em 1980.</p>
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		<title>Pixinguinha</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 17:20:47 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Tamba Tajá Cultural]]></category>

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		<description><![CDATA[Alfredo da Rocha Viana Filho, conhecido como Pixinguinha, (Rio de Janeiro, 23 de abril de 1897 — Rio de Janeiro, 17 de fevereiro de 1973) foi um flautista, saxofonista, compositor e arranjador brasileiro. Pixinguinha é considerado um dos maiores compositores da música popular brasileira, contribuiu diretamente para que o choro encontrasse uma forma musical definitiva.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Alfredo da Rocha Viana Filho, conhecido como Pixinguinha, (Rio de Janeiro, 23 de abril de 1897 — Rio de Janeiro, 17 de fevereiro de 1973) foi um flautista, saxofonista, compositor e arranjador brasileiro.<span id="more-44"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Pixinguinha é considerado um dos maiores compositores da música popular brasileira, contribuiu diretamente para que o choro encontrasse uma forma musical definitiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Era filho do músico Alfredo da Rocha Viana, funcionário dos correios, flautista e que possuía uma grande coleção de partituras de choros antigos.[1] Pixinguinha aprendeu música em casa, fazendo parte de uma família com vários irmãos músicos, entre eles o China (Otávio Viana). Foi ele quem obteve o primeiro emprego para o garoto, que começou a atuar em 1912 em cabarés da Lapa e depois substituiu o flautista titular na orquestra da sala de projeção do Cine Rio Branco. Nos anos seguintes continuou atuando em salas de cinema, ranchos carnavalescos, casas noturnas e no teatro de revista.</p>
<p style="text-align: justify;">Pixinguinha integrou o famoso grupo Caxangá, com Donga e João Pernambuco. A partir deste grupo, foi formado o conjunto Oito batutas, muito ativo a partir de 1919. Na década de 1930 foi contratado como arranjador pela gravadora RCA Victor, criando arranjos celebrizados na voz de cantores como Francisco Alves ou Mário Reis. No fim da década foi substituído na função por Radamés Gnattali. Na década de 1940 passou a integrar o regional de Benedito Lacerda, passando a tocar o saxofone tenor. Algumas de suas principais obras foram registradas em parceria com o líder do conjunto, mas hoje se sabe que Benedito Lacerda não era o compositor, mas pagava pelas parcerias.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando compôs &#8220;Carinhoso&#8221;, entre 1916 e 1917 e &#8220;Lamentos&#8221; em 1928, que são considerados alguns dos choros mais famosos, Pixinguinha foi criticado e essas composições foram consideradas como tendo uma inaceitável influência do jazz, enquanto hoje em dia podem ser vistas como avançadas demais para a época. Além disso, &#8220;Carinhoso&#8221; na época não foi considerado choro, e sim uma polca.[carece de fontes] Outras composições, entre centenas, são &#8220;Rosa&#8221;, &#8220;Vou vivendo&#8221;, &#8220;Lamentos&#8221;, &#8220;1 x 0&#8243;, &#8220;Naquele tempo&#8221; e &#8220;Sofres porque Queres&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 23 de abril comemora-se o Dia Nacional do Choro, trata-se de uma homenagem ao nascimento de Pixinguinha. A data foi criada oficialmente em 4 de setembro de 2000, quando foi sancionada lei originada por iniciativa do bandolinista Hamilton de Holanda e seus alunos da Escola de Choro Raphael Rabello.</p>
<p style="text-align: justify;">Pixinguinha faleceu na igreja de Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, quando seria padrinho de um batizado. Foi enterrado no Cemitério de Inhaúma.</p>
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		<title>Samba de Primeira</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 17:13:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Apresentamos também em bares, livrarias, empresas, sempre levando o melhor da verdadeira Música Popular Brasileira. Faça contato conosco, será um prazer receber sua ligação ou seu email.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apresentamos também em bares, livrarias, empresas, sempre levando o melhor da verdadeira Música Popular Brasileira. Faça contato conosco, será um prazer receber sua ligação ou seu email.</p>
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		<title>No samba só tem alegria&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 17:12:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[E a banda Tamba Tajá tem muito samba e muita alegria para levar até sua cidade! Faça contato com Elianne Noronha (31) 8715-5049 (31)9977-7540  ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E a banda Tamba Tajá tem muito samba e muita alegria para levar até sua cidade!</p>
<p><strong>Faça contato com Elianne Noronha<br />
(31) 8715-5049<br />
(31)9977-7540  </strong></p>
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		<title>Apresentações em Empresas</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 17:11:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Apresentamos na sua festa de confraternização, lançamento de produtos, aniversários. Faça contato com Elianne Noronha (31) 8715-5049 (31)9977-7540]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apresentamos na sua festa de confraternização, lançamento de produtos, aniversários.</p>
<p><strong>Faça contato com Elianne Noronha<br />
(31) 8715-5049<br />
(31)9977-7540</strong></p>
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		<title>Formação da Banda 2011</title>
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